Jenny Everleigh : @XXX

   Jenny Everleigh    

Para um homem se tornar um grande amante, de início terá de apreciar, respeitar e, acima de tudo, buscar a companhia social e intelectual das mulheres. Deixe-me acrescentar que o reverso também é verdadeiro.
H.G. Wells.

  Passava um pouco do meio-dia quando, sob nuvens baixas, eu desembarquei solitária na estação de Driffield, um vilarejo no condado de York Shire. Dentro de meu campo de vista as únicas coisas a gozarem de um sopro de vida eram um pônei atrelado a uma carroça e um velho dormitando em seu banco. Mas seria sinal de vida?

— Senhor?... — O pônei entreabriu apenas um olho em minha direção. Voltei a chamar o carroceiro e consegui apenas ouvir por parte do animal um relinchar irritado que teria acordado até aos mortos. Como o velho nem se mexera, puxei-o pela manga: — Meu senhor Desta feita foi apenas um olho humano que se entreabriu em minha direção.

— Posso contratar uma viagem? — Consegui dizer, feliz em que não estivesse me dirigindo a um defunto. O olho cinzento passou a piscar até ser acompanhado pelo segundo. Houve um pigarrear que lembrava os roncos de um vulcão e, numa língua que parecia ser o inglês de minha terra, ouvi:

- Vai para Fanshawe?

Oh, sim!

Ahn... Então deve ser você quem vim buscar...

Oh, meu nome é Jenny Everleigh.

Deve ser a tal. Suba... — E estendeu o braço para apanhar minha maleta de roupas. Subi na carreta de duas rodas, pela traseira, e imediatamente tomamos estrada.

Mal saídos da vila e a estrada transformou-se num caminho primitivo que serpenteava por entre baixas colinas. O céu se tornava a cada vez mais plúmbeo e a paisagem se resolvia em tornava mais gris — sem vida, sem cores. Comecei a cantarolar uma melodia a ver se me animava.

Antes que tivéssemos cruzado dois quilômetros o condutor baixou a cabeça sobre o peito e entregou-se, de novo, aos braços como Morfeu.

Seu roncar ressonante fazia contraponto ao ranger até rodas no eixo e o sussurro melancólico do vento enregelante. Eu percebi a gola de meu casaco leve, por certo escolhido para outra intempérie, e não ao agreste maio. Quando atingimos o cimo da colina percebi que a estradela se desenrolava até o horizonte, sem nenhum sinal de habitação humana. Nosso destino havia perdido no além.

Duas horas se passaram até que o sol surgisse. Na distância percebi uma casa marcada pelo farol de uma acinzentada fumaça se erguia nos céus. Era uma mansão de estilo georgiano, de considerável proporção, que emergia de jardins esmeralda cortados por um regato.

Uma pequena placa em bronze, com a inscrição "Fibbit" estava pregada ao lado direito da porta. Puxei por duas vezes o cordão da campainha e, do lado de dentro, uma sineta respondeu ao apelo.

Menos de um minuto após senti uma presença atrás de mim.

Born dia, srta. Everleigh; sou lady Dóris Fibbit. — Ela havia entrado por outra porta e parecia uma graciosa mulher de idade imprecisa. Sua figura era felinos, chamando a atenção olhos castanhos enquadrados pelo arco preciso de sobrancelhas surpreenderam-me ao perceber que eram pintadas na pele! Seria uma nova moda que me passara despercebida?

- Muito prazer em conhecê-la. — Fiz uma mesura.

Lady Fibbit sorriu, mostrando duas carreiras de perfeitos dentes- na verdade, perfeitos demais para uma jovem inglesa;

- Estou deliciada... — Ela estendeu-me a mão. Suas unhas eram fantasticamente longas, pintadas em vermelho vivo e afiladas como as garras de um gato! Talvez fosse outra moda sobre moda eu me mostrasse ignorante.

- Recebi uma resposta... — E busquei em minha bolsa pela carta.

- Não é preciso, minha querida. Tal como diz a carta, estávamos esperando você. E devo pedir desculpas pela carrocinha com o pônei. Nosso carro não pôde buscá-la, pois o cocheiro adoeceu tivemos de fazer uso de nosso jardineiro. Espero que não tenha sido insuportável...

- De forma alguma.

- Espero contar com sua ajuda!

- Como posso ajudá-la?

- É minha enteada. Ela precisa ser educada.

- Coloque-a num colégio interno.

- Não é desta educação que falo. Ela é rebelde. Meu finado marido deixou-a para mim.

- Quer educá-la?

- Seu cuzinho e sua xoxota são minhas não para diversão dela.

- Eu entendo para ajudar vou ter de ser bastante evasiva com as abordagens.

- Eu quero resultados.

Jenny Everleigh primeiro hospedou-se no seu quarto colocou suas coisas lá, depois de despiu e vestiu nua apenas um vestido amarelo e foi conhecer sua aluna.

Moça estava vestida como os ricos e não parecia ter mais de quinze anos. Era loira e sua pele lembrava uma boneca de porcelana. Jenny Não conseguia desviar meus olhos dela,  Jenny Everleigh  e sua nova aluna Babete conservaram amenidades e coisas da vida à tardinha Babete foi tomar banho. Por um buraco secreto Jenny à observou e viu que a garota gostava de masturbar-se.

Á noite na hora de dormir, Jenny entrou silenciosamente no quarto de Babete enquanto ela dormia, como cortinas de um palco, haviam se entreaberto mostrando suas rotundidades coradas. E conforme olhava percebia que  uma de suas mãos de se imiscuir por entre as protuberâncias, buscando a raiz das coxas roliças.

Babete não repeliu Jenny que com cuidado a masturbava quando a jovem chegou ao clímax ela acordou.

- Você não pode fazer isso!

- Sua sem vergonha gosta de ser masturbada. Mentiu descaradamente para sua madrasta. Seu clitóris está para fora.- Jenny rapidamente colocou os lábios nele e como uma boa profissional a fez chegar no orgasmo.

Sua língua surgiu como a cabeça de uma serpente curiosa.

— Aí está — disse Jenny, suavemente —, está aberta para mim. Beije ia, beije minha boceta. — E aproximei-a de sua boca como se estivesse a oferecer um beijo convencional.

Seus lábios se abriram para receber aquela carne macia e sua língua reconheceu lentamente os portais. Fechou os olhos e atirou a cabeça para trás, apreciando intensamente as sensações em suas regiões baixas: Um gemido rouco formou-se em sua garganta quando sua língua, segura dos caminhos, penetrou-me o adejou como uma borboleta em seu interior.

- Safada gosta de xoxota!

Língua continuou sua busca para cima, afagando, lubrificando, espalhando enquanto Jenny tremia em expectativa, seus dedos afastando mais os lábios, abrindo-me em flor à paixão de sua aluna. Sua língua voltou atrás, tocando seu clitóris, provocando um falseamento elétrico em seus seios, seu pescoço, na base de sua espinha.

— Adorável — comentou Babete, quase incoerente, sugando meus sucos. — Diga-me, meu doce... diga...

  Jenny Everleigh@XXX     

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

INTRODUÇAO XXX - IMPORTANTE PARA TODA COMPREENSÂO DESSE BLOG